Viva a Resisténcia dos Povos

 
 

Já é óbvio que o caramelo economico-político e militar se lhe atragantou na gorja aos EEUU e adláteres. Iraque ainda nom conta com um governo títere aprovado polo poyo medianamente, a grande maioria nom quer aos EEUU nem aos seus títeres1nom tenhem todo atado e bern atado. Depois de séries de intoxicaçom, passividade, destruiçom e morte ainda somos muit@s que nom tragamos a grande mentira de que a situaçom hoje em dia no Iraque é de guerra civil, dividindo entre Sunís e Chiís, pondo bombas nas mesquitas mutuamente, com @s baasistas (militantes do Partido Baas) e muit@s sunís como sinistra resisténcia. Certamente o que se persegue é deixar Iraque nem estado de guerra entre um “regime democrático” e @s opositores/as a este, mas nom existe “regime democrático” consagrado nengum.

Tod@s devemos diferenciar entre acçons da resisténcia (basistas, milícias sunís e outr@s) cotra o invassor e os seus aliados (polícia, exército, cregos) e atentados con bombas indiscriminadas em mercados e mesquitas, já sabemos quais som os métodos ††?? a utilizar polo império para conseguir os seus propósitos.

No Iraque está-se a cometer um genocídio que já começou com o bloqueio criminal imposto pola ONU depois da primeira guerra do golfo, polo que é de alagar que ainda o poyo iraquiano nom claudicara diante do império.Çomeçárom novas operaçons militares que deixam atrás o emprego de soldados. Hoje, estas baseam-se em bombardeios indiscriminados Chechénia, Palestina, Saara, Iraque. Morte e destruiçom, destruiçom e morte. Quem somos nós para julgar o que fagam as resisténcias armadas destes lugares?. Ninguém, nom estamos no seu mundo. Em Gaza voltou-se comprovar a conivéncia de forças de segurança e ONU com Israel, ao ser destruída urnha.priom.paLestiniana e posterior seqüestro de militantes da FPLP e outr@s por parte do exército israelita.

Contra o Irám já vam de maos dadas a ONU com Europa e os EEUU. Quem é França ou EEUU para controlar o programa nuclear ¡raniano?Lembremos que os primeiros encarregaram-se de criminalizar ao Irám e procurar o si da ONU.

Outros povos do mundo sofrem outra fase imperialista, pudo-se comprovar o salto qualitativo da repressom contra a esquerda independentista na Galiza (operaçons castinheira e cacharrom.) No estado espanhol respira-se “catalanofóbia”, e Euskal Herria segue sendo golpeada “pres@ a pres@” pola política criminal de instituions penitenciárias, e com detençons e ilegalizaçons.

Março de 2006

< ††??p align="justify">¡¡Viva a resistencia no Iraque!!
¡¡Viva o anti-imperialismo!!