PAREMOS A GUERRA IMPERIALISTA NO IRAQUE


Até quando imos consentir que o imperialismo ianque e os seus aprendizes e cúmplices massacrem, ante a passividade da ONU, aqueles países e estados que optem pola soberania nacional; pola nacionalizaçom ou controlo popular e éxploraçom dos seus recursos económicos; por nom abrir as portas à economia capitalista (neoliberalismo, privatizaçons, extinçom dos serviços públicos,..) cuja cúpula dirigente governa hoje este mundo?
Esta actuaçom unilateral dos EEUU, coa cumplicidade explicita da Gram Bretaña, Espanha, Portugal, Turquia, Australia, Kuwaite, e implícita da ONU, à marge da legalidade internacional (criada e modelada por eles e que hoje já nom lhes serve) senta um precedente terrible e marca um caminho sem retorno nas relaçons internacionais, nas que os EEUU se eregem como superintendente exclusivo da política internacional, mentres a pacífica Europa, com Alemanha e França à frente, chora hipócritas báguas de crocodilo porque, como potencia imperialista, se sente impotente para defender os seus interesses petroleiros no Iraque -frente aos USA-. Para os EE.UU. acabârom-se "per sempre" as normas e o direito internacional (ONU, Conselho de segurança, Convençom de Genevra, Tribunal Penal Internacional -que os EE.UU. nom aceita e ao que advìrte que os militares e governantes dos EE.UU. nom se apresentarám nem respeitaram). Intervindo a partir de agora quando e onde achar conveniente em base as apetencias e cobiças da sua oligarquia, sem sequer guardar as formas, sem consenso nengum e apenas somando apoios às suas intervençons. Hoje é na Iraque, amanhá Irám, Síria, Colombia, Venezuela, Coreia do Norte,..?. Após, quem sabe?. Qualquer que nom comungue ou for desobediente como os seus dictados.
A guerra contra do Iraque (nom contra Saddiám Husseim) nom começou há umhas semanas, nem sequer no ano 1991 pola invasom do emirato Kuwaite (na prática umha colonia-base militar estratégica dos EEUU no Meia Oriente}. A guerra alimentar, medicinal e económica contra o estado soberano do Iraque começou em 22 de Setembro de 1988 quando o congresso dos EE.UU. aprovou umha resoluçom que dictaminava o embargo e bloqueio económico internacional ao Iraque. Há que lembrar que este estado, em 8 de Agosto de 1988 assinara o cessamento do fogo com o vizinho Irám e anunciara a íntençom de liderar política e económicamente a regiam dó Meio Oriente, o qual ia contra os interesses dos EE.UU. e o seu aprendiz avantajado Israel. Que ao tempo pretendiam (e pretendem ) a regiom.
Este embargo-bloqueio, asumido pola ONU, nom permete a papulaçom dispor de materiais e produtos básicos como alimentos, medicamentos, repostos para canduçons é canalizaçans de água, saneamento ou para a indústria petroleira, Ao tempo viria a guerra militar de 1991 coas funestas conseqüências par todos e todas conhecidas.
Lembremos que tanto o embargo como a guerra militar de 1991 foram apoiadas palo governo espanhol, naquela altura em maos do PSOE, e também polo PP qué fazia oposiçom ao governo.
Da Plataforma Anti-Imperialista de Vigo fazemos um chamamento à populaçom para actuar contra a guerra imperialista e exigir:
. Cessamento da fogo e retirada imediata do Iraque dos exércitos do eixo fascista
. Processamento dos responsáveis económicos, políticos e militares desta agressom imperialista por delitos contra a humanidade ¢ genocidio.
. Desarme dos EE.UU., Grám Bretaña, Israel, NATO, e demais estados e estruturas militares que possuam armas de destruiçom maciça ou elementos para produzi-Ia . Respeita à soberania nacional das povos. A começar polo Iraque e a Palestina, assim como a Galiza e demais povos assobalhados.
. Boicote aos produtos das multinacionais que sustentam e dirigem o imperialismo ianque.
. Levantamento dos embargos e bloqueios económicos aos países que os sofrem {Cuba, Iraque,..} Assim como o fim da corrida armamentística e os exércitos regulares.

PLATAFORMA ANTI-IMPERIALISTA DE VIGO

anti-imperìalismo@galizalivre.org