MANIFESTO ANTI-IMPERIALISTA
*Quem e qué somos?
A Asemblea Anti-imperialista somos uma organizaçâo que aglutina a grupos e a pessoas dispostas a movimentar-se contra a guerra imperialista e a favor dos povos que lutam contra a violência das grandes potências.
Reconhecemos e defendemos o direito irrenunciável de todos os povos à autodeterminaçâo e à independência. Pensamos que só a cada naçâo lhe corresponde escolher os méios que considere oportunos para defender-se do imperialismo. Como organizaçâo apoiamos esses processos de libertaçâo. Valorizamos como prioritária a luta contra o imperialismo espanhol: tanto no que se refere às suas intervençôes no exterior, ao lado dos ianquis no Iraque, Afeganistâo, etc. como na secular opressâo realizada contra as naçôes de Euskal Herria, Catalunya, Galiza e Canárias dentro da actual configuraçâo estatal.
*Breve análise da estratégia histórica do imperialismo.
Em um contexto de crise económica interna o capital imperialista activa as suas forças militares para apropriar-se das matérias primas e dos mercados de outros povos aos que massacra mediante guerras "preventivas" e ocupaçôes militares posteriores. Ao mesmo tempo diz defender a liberdade e a democracia contra um pretendido terrorismo universal do que se sinalan a forças revolucionárias e organizadas e a movimentos de livertaçâo nacional que se oponhen ao seu domínio.
A dependência económica, o empobrecemento crescente e a consequente submissâo política é reforzada por a política levada adiante por outras organizaçôes supranacionais como sâo: o BM, o FMI, o G8, a OTAN, etc.: ao fechar ou dificultar os mercado dos Estados "desenrolados" à compra de produtos de paises pobres, ao obrigar a estes últimos a abrir os seus mercados internos às importaçôes de produtos fabricados nas metrópoles, ao fomentar o endevedamento crónico,...
O resultado é a miséria e a morte de milhôes de pessoas, diariamente manifestado também no fenómeno migratório. A resposta dos mesmos Estados causantes do mal: a expulsâo, a repressâo, e a marginalizaçâo social da maior parte das traballadoras inmigrantes que solicitam um permiso de trabalho e de residência, o qual lhes é sistemáticamente negado graças à actual lei de extrangeria.
O imperialismo necessita da violência para soster-se e seguir a acumular ganhos. Os seus métodos empregam o terrorismo para atingir objetivos político-económicos ao tempo que repetem insistentemente a palavra "democracia".
Uma das "ferramentas" importantes para manter o actual orde de coisas é o de eliminar o direito a uma informaçâo veraz e sustituí-lo por grandes empresas de comunicaçâo ao serviço do poder e o feche e censura dos poucos méios críticos que pretendam sobreviver.
Outra maneira de perpetuar-se é recurrindo ao "lavado de face" do Estado imperialista e à desmovimentaçâo dos povos oprimidos empregando para elo actos de caridade e esmolas puntuais por méio de certas organizaçôes nâo guvernamentais.
ASEMBLEA ANTI-IMPERIALISTA DE VIGO
anti-imperialismo@galizalivre.org